Fique por dentro do que é Custo Total de Propriedade e como calcular

Custo total de propriedade
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Ao longo de todo o exercício administrativo, são inúmeros os momentos em que um gestor precisa confrontar os indicadores de performance. Afinal, essas métricas são fundamentais em tomadas de decisão mais acertadas. Com isso em mente, hoje abordaremos o Custo Total de Propriedade.

Neste artigo, você vai conhecer as principais curiosidades sobre o tema, esclarecendo o que é esse indicador, como realizar seu cálculo e qual sua importância para a empresa. Continue conosco!

O que é Custo Total de Propriedade?

Custo Total de Propriedade (TCO) — ou, em inglês, Total Cost of Ownership — é um indicador utilizado para estimar o valor agregado de um investimento para a empresa.

Como toda métrica, ela depende da precisão do indivíduo que a calcula. Por esse motivo, entendemos que a análise do TCO é refinada caso você conte com o auxílio de um profissional contábil, capaz de identificar todas as variáveis positivas e negativas antes da execução do cálculo.

Aqui, vale lembrar as diferenças do TCO frente o ROI. O Custo Total de Propriedade não serve para examinar os riscos em uma decisão! Na realidade, é uma métrica adequada exclusivamente na análise do custo efetivo total — ou seja, o valor pago além do preço inicial de uma aquisição.

Sendo assim, o TCO é amplamente utilizado pelas empresas que pretendem atualizar suas infraestruturas, sejam físicas ou virtuais. De maneira geral, todas as aquisições implicam em custos posteriores ao valor da compra.

Como calcular o TCO?

Agora, chega o momento para conferir um breve tutorial sobre a realização desse cálculo. Em um primeiro momento, é importante observar que o TCO é um indicador que considera valores:

  • visíveis, como o preço de compra e registro de um produto;
  • ocultos, como os custos recorrentes e inerentes à manutenção de tal produto.

Com isso em mente, vamos ao passo a passo!

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1. Defina o propósito

Tratando-se de TCO, não adianta pular etapas! Como exemplo, você pode ter a pretensão de analisar:

  • eficiência operacional após a atualização da frota;
  • economia financeira após a contratação de um software;
  • retenção de novos clientes após a implementação de um site.

É basicamente impossível elencarmos todas as motivações de um gestor dedicado que pretende estimular a performance da operação. O importante com esses exemplos é que você perceba como eles são diferentes entre si e, por esse motivo, utilizarão variáveis distintas para chegar ao TCO final.

2. Selecione as variáveis

Você tem o objetivo definido e agora deverá examinar quais são todos os custos relativos a essa meta. Tratando-se da compra de novos veículos, é preciso considerar o custo de aquisição, manutenção, abastecimentos, impostos, documentações e afins.

Mesmo com softwares, sites e aplicativos, o procedimento seguirá sendo o mesmo: identificar o custo de compra, manutenção, suporte e demais valores aplicáveis. Para ilustrar ainda mais, vamos frisar sobre a atualização da frota, em que os custos:

  • visíveis serão representados pelo preço de compra, revisões programadas, emplacamento, impostos e afins;
  • ocultos serão representados por situações eventuais, como manutenções corretivas, ociosidade, depreciação, sinistro e outros.

3. Escolha o período

Nessa altura do planejamento, cabe a você escolher um período de amostragem para o cálculo, uma vez que é praticamente impossível compilar todos os anos fiscais de uma empresa para identificar o impacto de uma única compra.

Sendo assim, o período poderá ser amplo, como semestral ou anual. Apesar disso, análises de TCO de curto alcance também são eficientes no exame de soluções mais imediatas, como as alternativas digitais.

Por fim, destacamos a importância na comparação entre o preço de compra e o TCO. A diferença entre esses dois pode ser tão abismal quanto a realidade, em que o Custo Total de Compra expõe o real valor da aquisição.

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