Quais são os principais custos operacionais na gestão de frotas e como calculá-los?

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Todos os gestores de frotas têm ao menos um objetivo em comum: o gerenciamento das despesas! Afinal, esse é o funcionário encarregado por identificar desperdícios e efetuar cortes pontuais, que não comprometam a produtividade. Para que essa tarefa seja realizada de maneira precisa, esse profissional deverá conhecer os custos operacionais de sua gestão.

Pensando nisso, elaboramos este conteúdo elencando os principais custos no gerenciamento de frotas. São informações relevantes, principalmente aos gestores que ainda desenvolvem sua expertise na área. Está interessado em conhecer esses gastos e como você poderá monitorá-los de maneira rápida e eficaz? Então, acompanhe!

Os principais custos operacionais no gerenciamento de frotas

Antes de listarmos os 5 principais, aqui vai um adendo: eles não são os únicos! O cotidiano na gestão de frotas pode ser caótico e inusitado, de maneira que as coisas nem sempre acontecerão como o planejado. Sendo assim, o gestor consciente reconhece que imprevistos acontecem! 

Com isso, consideramos como os custos principais aqueles que são recorrentes e, em certa medida, previsíveis. Confira!

Combustível

Como já era de se esperar, o consumo de combustível representa um dos maiores custos operacionais em uma frota. Não há como excluir esse gasto — exceto pela aquisição de veículos que dispensem o abastecimento com combustíveis fósseis.

Contudo, a conscientização da equipe em adotar uma série de boas práticas pode reduzir o consumo. Além disso, o gestor poderá contar com uma solução que automatize o monitoramento e análise desse setor, a exemplo do CTF Abastecimento

Manutenção

A manutenção é tão fundamental quanto o combustível na garantia de uma frota eficiente e produtiva! Para reduzir os custos com ela, o gestor poderá contar com sistemas que automatizem o monitoramento da situação dos veículos. No entanto, a solução que mais se mostra eficaz está no respeito às revisões programadas e manutenções preventivas.

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As programadas são aquelas que têm um período determinado pelas montadoras, que reconhecem o arco de desgaste dos veículos que fabricaram. Já as preventivas são aquelas que agem na antecedência dos problemas, substituindo componentes e evitando o desgaste acelerado.

Essas duas soluções são capazes de manter as unidades na estrada por muito tempo e, sobretudo, trazem previsibilidade para a frota, já que os veículos não quebrarão inesperadamente, sabotando a operação e prejudicando a produtividade. 

Proteção

Os veículos de frota são patrimônios cruciais para uma empresa. Afinal, são eles que garantem que a atividade do empreendimento seja realizada de maneira eficiente, seja no transporte de cargas, pessoas ou ferramentas. Dessa forma, o gestor há de concordar que proteger a frota é, no mínimo, sensato.

Assim, esse profissional deverá analisar as diferentes alternativas disponíveis no mercado, que possam garantir um seguro compreensivo para toda a frota e sua operação. Obviamente, a negociação será um diferencial, pois quanto maior o número de veículos e periculosidade dos deslocamentos, maior o custo final. 

Regularização

Se os setores mais convencionais da esfera empresarial já enfrentam burocracias, imagine as frotas! Por essa razão, o gestor sempre deverá manter os custos com documentos e regulamentações em sua visão periférica. Afinal, são inúmeros os gastos nesse setor, como: IPVA, licenças, multas, certificados de programas ambientais, como o Despoluir, e assim por diante. 

Treinamento

Embora muitos gestores negligenciem a capacitação, ela é fundamental para o desenvolvimento da empresa — seja no aperfeiçoamento das habilidades dos funcionários ou em treinamentos de teor prático, como cursos de Direção Defensiva. Ensinar e conscientizar os motoristas para uma condução segura pode ser o melhor investimento realizado por um gestor, que de outra forma precisaria lidar com os prejuízos catastróficos de um acidente.

Por fim, vale ressaltar que o gestor ainda deverá considerar outros custos operacionais que, embora menos frequentes, ainda existem e fazem a diferença no balanço orçamentário. Estamos falando da desvalorização das unidades, planejamento de rotas ruins, capacidade ociosa e afins.

Você gostou desse conteúdo esclarecendo os custos operacionais de uma frota? Então aproveite o seu interesse no tema para ler o post sobre automatização de processos no transporte, aprendendo os benefícios dessa transição e aumentando a eficiência da sua empresa!

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